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Na hora do check-up, lembre-se dos olhos!

A recomendação dos oftalmologistas é incluir a visão no check-up, porque em cada fase da vida mudam os pontos de atenção que devem ser observados nos exames oculares de rotina.

Check-up Ocular | ViaOftalmo

O check-up ocular é importante medida preventiva.  Observa-se que as pessoas costumam dar atenção aos olhos somente a partir do momento que sentem desconforto visual e, nesse momento, pode ser tarde para obter-se o melhor resultado dos tratamentos.

Para realizar os exames de rotina e acompanhar com tranquilidade a evolução da visão garantindo seu melhor rendimento em cada fase da vida. Dedicar algum  tempo em suas férias, por exemplo, para dar atenção aos olhos e passar 12 meses tranquilo pode ser uma valiosa estratégia.

Um check-up ocular é uma avaliação clínica normal no consultório do oftalmologista, seguida de uma aferição da pressão ocular e de um exame de fundo de olho.

Sem sinal - As dificuldades de visão que se manifestam em diferentes fases da vida vão além das distorções refracionais e da catarata.  Às vezes, podem instalar-se sem dar sinais, mas exames de rotina têm capacidade de detectá-los e monitorar seu desenvolvimento para que seja o menos impactante possível. Por exemplo: Glaucoma é a causa do maior número de cegueiras irreversíveis no mundo e raramente dá sinais perceptíveis de sua evolução.

O descolamento de retina é outra situação que não emite sinais prévios e quando aparece exige atendimento urgente sob o risco de perda irreversível de visão.

Primeiras visitas - É  importante que as pessoas tenham conhecimento de que as alterações da visão vão mudando no transcorrer da vida.

1) A primeira avaliação deve ocorrer ainda na maternidade, com o teste do olhinho. É feito para descartar a existência de qualquer fator de obstrução à passagem da luz.

2) Antes de completar um ano, a criança deve visitar o oftalmologista para averiguar se está com todas as condições para desenvolver sua visão com qualidade.

3)  A volta ao oftalmologista deverá ser marcada para antes da alfabetização, uma vez que o olho humano completa o desenvolvimento funcional definitivo em torno de seis ou sete anos de idade.

A partir daí, como é pelos olhos que recebemos cerca de 90% das informações, o ideal é visitar o oftalmologista anualmente.

Olho envelhece – Entre os 13 e os 20 anos de idade, a miopia, a hipermetropia e o astigmatismo são frequentes.

A manifestação de irregularidades visuais como o Ceratocone, irregularidade não-inflamatória que altera o formato da córnea e gera dificuldades para enxergar, também é comum nesta fase da vida.

Uma alternativa avançada de solução para as irregularidades visuais que surgem nesta fase está nas cirurgias personalizadas para a correção de grau e nas técnicas de contenção do desenvolvimento do ceratocone.

 Aos 40 – Quando chegam os 40 anos de idade, a visita ao oftalmologista, deve-se à procura de uma solução que elimine as dificuldades de visão decorrentes da Presbiopia, a popular vista cansada. Acontece que a partir dos 40 anos, o cristalino – a lente natural do olho por onde passam os raios de luz que formarão as imagens – perde elasticidade e o processo de auto-acomodação visual para focar objetos de perto e de longe começa a apresentar dificuldades para acontecer. A variedade de soluções para corrigir a presbiopia parte das tradicionais lentes bifocais, nos óculos, e chega às mais avançadas com descarte dos óculos por meio de cirurgias corretivas a laser personalizadas e mesmo recursos com a báscula, o moderno presbylasik e o implante de lentes intracorneanas.

Aos 60 – Um diagnóstico de catarata é um risco real de cegueira, porém reversível a partir de uma cirurgia que consiste no implante de lentes intraoculares que permitem o retorno de boa visão, concedendo autonomia e, a depender da lente implantada e da reação do organismo, até o descarte dos óculos.

 

Fonte: Plena Mulher

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